Outubro Rosa – Importância sobre a Conscientização

O que é Câncer de Mama?

O câncer de mama é resultado de uma multiplicação de células anormais na mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura. Se descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

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Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. É o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. A estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens.

Causas do Câncer de Mama

Não há uma causa única para o desenvolvimento da doença, porém há alguns fatores de risco que estão relacionados ao aparecimento do câncer de mama. O risco de desenvolver a doença aumenta com a idade, sendo maior a partir dos 50 anos. Veja quais os outros fatores:

Comportamentais/ambientais

  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa.
  • Sedentarismo (não fazer exercícios).
  • Consumo de bebida alcoólica.
  • Exposição frequente à radiações ionizantes (raios X, mamografia e tomografia).

História reprodutiva/hormonais

  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos.
  • Não ter tido filhos.
  • Primeira gravidez após os 30 anos.
  • Não ter amamentado.
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos.
  • Ter feito uso de anticoncepcionais orais por tempo prolongado.
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.

Hereditários/genéticos

  • História familiar de: câncer de ovário;câncer de mama em homens; câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos;
  • Alterações genéticas herdadas na família, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

Sintomas

As mulheres devem ficar atentas às mudanças em seu corpo, que podem indicar a presença do câncer de mama. Os principais sinais e sintomas da doença são:

  • caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • alterações no bico do peito (mamilo);
  • pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • saída espontânea de líquido dos mamilos.

As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

A importância do autoexame

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica.

Para mais informações acesse: https://med-br.com/

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Ginecologia – Tudo Sobre Câncer no Colo do Útero

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil estimam-se mais de 16 mil novos casos de câncer do colo do útero. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer do colo do útero é o primeiro mais incidente na Região Norte (25,62/100 mil). Nas Regiões Nordeste (20,47/100 mil) e Centro-Oeste (18,32/100 mil), ocupa a segunda posição mais frequente; enquanto, nas Regiões Sul (14,07/100 mil) e Sudeste (9,97/100 mil), ocupa a quarta posição.

Sintomas

Nos estágios iniciais do câncer do colo do útero, uma pessoa pode não sentir nenhum sintoma. Como resultado, as mulheres devem se consultar sempre com ginecologista e fazer exames regulares como o Papanicolau.

Um teste de Papanicolau é preventivo. O objetivo não é detectar o câncer, mas revelar quaisquer mudanças celulares que indiquem que o câncer pode se desenvolver, para que ações precoces possam ser tomadas.

Os sintomas mais comuns do câncer do colo do útero são:

  • Sangramento vaginal periódico;
  • Sangramento após a relação sexual;
  • Sangramento em mulheres pós-menopáusicas;
  • Desconforto durante a relação sexual;
  • Corrimento vaginal fétido;
  • Corrimento vaginal tingido de sangue;
  • Dor pélvica.

Esses sintomas podem ter outras causas, incluindo infecção. Qualquer um que tenha algum destes sintomas deve consultar um médico.

câncer colo do útero

Causas

O câncer é o resultado da divisão descontrolada e do crescimento de células anormais. A maioria das células do nosso corpo tem uma vida útil definida e quando elas morrem, novas células são produzidas para substituí-las.

Células anormais podem ter dois problemas:

  • elas não morrem;
  • elas se multiplicam.

Isso resulta em um acúmulo excessivo de células, que eventualmente forma um nódulo, também conhecido como tumor. Os cientistas não sabem ao certo por que as células se tornam cancerosas.

No entanto, existem alguns fatores de risco que são conhecidos por aumentar o risco de desenvolver câncer do colo do útero. Esses fatores de risco incluem:

  1. HPV (papillomavirus humano): Um vírus sexualmente transmissível. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV, dos quais pelo menos 13 podem causar câncer do colo do útero.
  2. Ter muitos parceiros sexuais ou tornar-se sexualmente ativo precocemente: os tipos de HPV causadores de câncer do colo do útero quase sempre são transmitidos como resultado do contato sexual com um indivíduo infectado. As mulheres que tiveram muitos parceiros sexuais geralmente têm um risco maior de se infectarem com o HPV. Isso aumenta o risco de desenvolver câncer do colo do útero.
  3. Fumar: Isso aumenta o risco de câncer do colo do útero e outros.
  4. Um sistema imunológico debilitado: O risco é maior naqueles com HIV ou AIDS e pessoas que se submeteram a um transplante, necessitando do uso de medicamentos imunossupressores.
  5. Estresse mental prolongado: Altos níveis de estresse durante um período prolongado podem dificultar o combate ao HPV. Um estudo publicado em 2016 apoiou isso. Os pesquisadores descobriram que: “As mulheres que relataram estratégias de enfrentamento autodestrutivas, como beber, fumar cigarros ou tomar drogas quando estressadas, tinham maior probabilidade de desenvolver uma infecção ativa pelo HPV”.
  6. Dar à luz a uma idade muito jovem: As mulheres que dão à luz antes dos 17 anos têm uma probabilidade significativamente maior de desenvolver cancro do colo do útero, em comparação com as mulheres que têm o primeiro bebé após os 25 anos de idade.
  7. Várias gravidezes: As mulheres que tiveram pelo menos três filhos em gravidezes separadas têm maior probabilidade de desenvolver cancro do colo do útero, em comparação com mulheres que nunca tiveram filhos.
  8. Pílulas anticoncepcionais: O uso a longo prazo de algumas pílulas anticoncepcionais comuns aumenta ligeiramente o risco de uma mulher.
  9. Outras doenças sexualmente transmissíveis (ISTs): clamídia, gonorreia e sífilis aumentam o risco de desenvolver câncer do colo do útero.

Para mais informações acesse: https://site-br.net/

Ginecologia – Tudo Sobre Câncer no Colo do Útero
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Tratamento do HPV

O Human Papiloma Virus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. Quando afeta os órgãos genitais é uma infecção transmitida sexualmente (DST). O sexo desprotegido é a principal causa da transmissão.

O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratado, torna-se a principal causa do desenvolvimento do Câncer de colo do útero. Cerca de 99% das mulheres que possuem Câncer de colo do útero foram infectadas por esse vírus.

Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredindo espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras. Essas lesões podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Dentre os HPV de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero.


Em Brasilia, indicamos a Dra Daniele Cidade da Clínica Clinabe para tratamento de HPV. Consultorio particular de Ginecologia em Brasilia.

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Já os HPV 6 e 11, encontrados em 90% dos condilomas genitais (verrugas) e papilomas laríngeos, são considerados não oncogênicos.

leia também este artigo no globo.com Pesquisa diz que mais da metade dos brasileiros de 16 a 25 anos têm HPV

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Tratamento do HPV
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Tratamento de Varizes

O que são varizes e pequenos vasos?

As veias podem progredir com pedaços de sangue quando eles não conseguem circular o sangue corretamente. Estas veias visíveis e abaulentas, chamadas varizes, são mais comuns nas pernas e coxas, mas podem se desenvolver em qualquer parte do corpo.

Varizes grandes podem ser visíveis, abauladas, palpáveis (podem ser sentidas ao tocar), longas e dilatadas (maiores que 4 milímetros de diâmetro).
tratamento de varizes

Pequenas “varizes” também podem aparecer na superfície da pele. Estes podem parecer linhas curtas, finas, aglomerados “starburst” ou um labirinto semelhante à da web. Eles geralmente não são palpáveis. As veias de aranha são mais comuns nas coxas, nos tornozelos e nos pés. Eles também podem aparecer no rosto.

leia esta reportagem do portal G1 sobre Tratamento de varizes com espuma

tipos de tratamento de varizes

  1. Escleroterapia
  2. Laser
  3. Espuma
  4. Cirurgia

fonte com alterações:
https://www.medicinenet.com/varicose_veins/article.htm
https://pt.wikipedia.org

Tratamento de Varizes
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REJUVENESCIMENTO ÍNTIMO

REJUVENESCIMENTO ÍNTIMO

Cirúrgico

Redução de pequenos lábios, correção de deformidades, melhora do aspecto de episiotomias*.

Esse tratamento visa corrigir alterações anatômicas da região genital externa, com o auxílio de técnicas cirúrgicas avançadas.

*Episiotomia é uma incisão efetuada na região do períneo para ampliar o canal de parto. Seu uso se justifica em alguns casos, como necessidade de parto instrumentalizado, sofrimento fetal, acesso para fletir a cabeça do bebê.

Volume

Melhorar a distribuição de volume na região vulvar, reduzir excesso de gordura localizada e harmonizar os pequenos e grandes lábios.

Clareamento

Clarear as manchas das virilhas e vulva, além de estimular o colágeno e recuperação da pele.

Maduro

Especialmente desenvolvido para amenizar os sintomas genitais do climatério, secura vaginal, dor na relação sexual e incontinência urinária leve. Tem como técnica principal o uso de laser vaginal.

Com o passar dos anos ocorrem diversas transformações corporais compatíveis com o amadurecimento da estrutura física feminina. Tais mudanças podem ser atribuídas às oscilações hormonais, alterações da quantidade e qualidade de colágeno, mudanças nas fibras musculares, dentre outras causas.

No transcorrer desse processo, aparecem alguns sintomas importantes como a incontinência urinária aos esforços (mesmo para quem nunca teve parto vaginal), atrofia e ressecamento vaginal, infecções genitourinárias de repetição e dor nas relações sexuais.

Também é possível observar mudanças na genitália externa, com considerável tendência à redução dos grandes lábios e aumento dos pequenos lábios, distribuição irregular de gordura na vulva, além de flacidez da pele e alterações na pigmentação (manchas escuras).

O tratamento íntimo visa fornecer à paciente, de forma individualizada, a harmonização da beleza feminina com o estilo de vida moderno da mulher brasileira. Focado em unir a melhora funcional do órgão genital feminino com o cuidado estético personalizado para cada paciente.

Para cada tipo de queixa existe um tratamento específico. A definição do tipo de tratamento a ser realizado ocorrerá após avaliação ginecológica. Existem vários recursos que podem ser utilizados nos tratamentos, dentre eles, correção cirúrgica de pequenos lábios aumentados e/ou deformados, aplicação de laser no canal vaginal, laser na vulva, fotodepilação, microagulhamento (IPCA), preenchimento em 3D, hidratação profunda da pele, toxina botulínica e clareamento com peeling.

Clínica especializada em rejuvenescimento íntimo

REJUVENESCIMENTO ÍNTIMO
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Vinho na gravidês

Durante os nove meses de gravidez , muitas mulheres grávidas se perguntam: um ou dois copos de vinho realmente colocariam meu bebê em risco?

E, infelizmente, os pesquisadores ainda não sabem com certeza. Mas uma nova revisão de vários estudos existentes sugere que pequenas quantidades de álcool podem aumentar ligeiramente o risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Os pesquisadores reconhecem que os estudos até agora foram poucos e, em alguns casos, frágeis.

No entanto, há “algumas evidências de que mesmo o consumo leve de álcool na gravidez está associado ao risco de entregar um bebê pequeno e, até certo ponto, também com o risco de parto prematuro, embora isso seja menos claro”, disse o autor principal, Loubaba Mamluk. Ela é pesquisadora da Universidade de Bristol na Inglaterra.

O Dr. Paul Jarris, diretor médico da March of Dimes, reconheceu que a pesquisa não foi conclusiva sobre o baixo consumo de álcool em mulheres grávidas.

Ainda assim, ele disse: “A mensagem da March of Dimes é: Não beba álcool se estiver grávida, tentando engravidar ou achar que está grávida”.

Por que o álcool é prejudicial para o feto em primeiro lugar?

“Quando uma mulher bebe álcool durante a gravidez, o álcool em seu sangue passa rapidamente através da placenta e do cordão umbilical para o bebê”, explicou Jarris.

“Qualquer quantidade de álcool em qualquer momento durante a gravidez pode prejudicar o cérebro em desenvolvimento do bebê e outros órgãos. E cada gravidez é diferente, então ninguém pode prever como o álcool afetará seu bebê”, disse ele.

As mulheres são rotineiramente instadas a não beber durante a gravidez. De acordo com os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o uso de álcool durante a gravidez foi associado a uma longa lista de problemas médicos em crianças.

O CDC diz que a bebida pode levar a distúrbios do espectro de álcool fetal que podem prejudicar as habilidades de pensamento e causar danos ao tamanho da cabeça, altura, peso, fala, visão e audição, e muitas outras coisas.

Jarris disse que não está claro “se existe um nível seguro de álcool após o qual ocorrem problemas, um limiar, ou se algum álcool, mesmo quantidades muito pequenas, pode causar danos a algumas crianças que podem ser sutis e difíceis de detectar”.

Houve pouca pesquisa sobre o consumo de álcool baixo a moderado durante a gravidez, especificamente bebendo até uma ou duas bebidas por semana. Os pesquisadores por trás do novo estudo definiram uma bebida como o equivalente a uma cerveja de cerveja forte ou a um copo de vinho branco de tamanho médio, disse Mamluk.

A equipe britânica analisou 26 estudos de mulheres que tiveram consumo de álcool baixo a moderado durante a gravidez e as comparou com mulheres que não tinham álcool durante a gravidez. Os investigadores descobriram que não havia dados suficientes sobre os efeitos do baixo consumo de álcool em vários problemas médicos, com exceção do baixo peso ao nascer e do parto prematuro.

As mulheres grávidas que bebiam pareciam ser 8 por cento mais propensas a ter um bebê de baixo peso ao nascer. Havia também evidências de que essas mulheres eram 10 por cento mais propensas a ter um bebê prematuro, embora este link fosse menos claro. Os pesquisadores disseram que também é possível que não haja nenhuma ligação entre um baixo nível de consumo e parto prematuro.

As novas descobertas são baseadas em uma análise de sete e nove estudos, respectivamente, dos 26 estudos originais.

A revisão com sete estudos incluiu ensaios com menos de 500 mulheres até quase 9 mil mulheres. A revisão com nove estudos teve provas com menos de 500 e até 36 mil mulheres.

Os pesquisadores reconheceram que os resultados não são definitivos, em parte devido a limitações nos estudos que examinaram. Por exemplo, um estudo não ajustou suas figuras para que não fosse descartado por fatores como alto ou baixo número de participantes que fumavam e eram pobres, mas outros o fizeram.

A revisão também não disse nada sobre mulheres grávidas que, digamos, bebiam um copo de vinho ou algumas cervejas em uma festa antes de saberem que estavam grávidas.

FONTE (com alterações): http://www.medicinenet.com

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Revolucionário tratamento de varizes

NOVO TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO PARA VARIZES COM LASER CLACS

As pernas cansadas pelas varizes e a sensação de queimação são apenas alguns dos sintomas associados às varizes, uma condição que afeta uma em cada duas pessoas e não é apenas relacionada à idade. Muitas pessoas acreditam que é apenas uma questão estética quando, na realidade, é uma doença crônica que afeta um número crescente de pessoas na região a cada ano, causando um impacto negativo direto na qualidade de vida das pessoas.

Varizes e vasinhos (aranhinhas), são as mesmas, mas diferem em tamanho. Parece uma grande estrutura em forma de veias grossas, enquanto a outra é uma rede mais fina verde ou roxa de veias, como uma tela de aranha.

Eles são o resultado de válvulas fracas ou danificadas nas veias. As válvulas tornam-se danificadas quando não se abrem para permitir que o sangue deixe as veias, fazendo com que o sangue faça backup e faça as veias se inundarem.

Ambas as veias varicosas e aranhas causam dores dolorosas e desconforto que podem piorar progressivamente. Se não forem tratados, eles podem causar várias complicações, como úlceras venosas (feridas) e insuficiência venosa crônica, quando as veias das pernas não conseguem bombear o volume de sangue necessário para o coração.

As mulheres grávidas também podem desenvolver varizes porque a gravidez aumenta o volume de sangue no corpo de uma mulher e o feto em crescimento comprime a veia ao longo do trato, causando maior pressão nas veias da perna. Todos esses fatores podem causar danos irreversíveis nas paredes da veia e, enquanto as varizes podem reduzir após o parto, fazendo com que a pessoa acredite que está curada, o dano irreversível permanecerá e reaparecerá no caso de uma segunda gravidez.

O Dr. Ricardo Tavares, cirurgião vascular especialista do Hospital Anchieta (Clinica de tratamento de varizes Corpore Sano), diz: “É muito comum ter varizes e vasinhos(aranhinhas) em uma perna, mas são bem diferentes. Os vazinhos, por exemplo, são pequenas, leves ou vasos sanguíneos roxos que podem ser vistas sob a pele, enquanto as varizes são estiradas nas veias onde os vasos sanguíneos se juntaram.

Enquanto a maioria dos pacientes tratados com varizes são mulheres, os homens também sofrem de doenças venosas, mesmo que sejam menos propensos a procurar tratamento. No entanto, fatores como hereditariedade, gravidez, profissão e obesidade também podem contribuir “.

novo tratamento de varizes

Quando uma pessoa tem os sinais e sintomas de varizes, deve frequentar um especialista para que suas veias sejam examinadas em um estudo de ultra-som completo para eliminar o envolvimento de veias grandes e tratar o problema de suas raízes, para evitar qualquer outra complicação da insuficiência venosa .

A parte visual da condição é tão importante quanto a médica, uma vez que ter varizes na perna pode fazer com que as pessoas se tornem autoconscientes.

No entanto, a ajuda está em mãos, uma vez que uma nova técnica chamada ClaCS (Cryo Laser e Cryo Scleroterapia) promete acabar com as veias dilatadas e agora está sendo feita na clínica corpore sano pelo cirurgião vascular Dr Ricardo Tavares do Hospital Anchieta em Taguatinga-DF.

ClaCS é o novo aliado na luta contra varizes e veias de aranha que combina laser, escleroterapia e jatos de ar frio na pele usando sofisticados dispositivos de última geração.

O tratamento com ClaCS começa pela aplicação de um dispositivo que projeta uma imagem da sofisticada rede de veias debaixo da pele para determinar as veias alimentadoras.

exame para varizes

Em seguida, o resfriamento da pele fica a uma temperatura de até -20 ° C, o que ajuda a reduzir a dor no local de aplicação. Em seguida, um especialista utiliza um laser que emite pulsos de luz que passam pelas camadas superficiais da pele para atingir os vasos sanguíneos, seguido da injeção de medicação na área. Isso faz com que as veias direcionadas fechem, endurecem e se desintegram sem danificar o tecido da pele.

O tratamento minimamente invasivo não requer anestesia e é relativamente rápido em comparação com outros tratamentos.

“A grande vantagem é que os pacientes não exigem o uso prolongado de curativos ou meias de apoio, como outros tratamentos cosméticos já conhecidos. ClaCS oferece resultados rápidos e efetivos e é relativamente indolor. Mas não é, de modo algum, uma solução completa para varizes “, explica o Dr. Ricardo Tavares.

“O objetivo geral é eliminar as varizes, mas o risco de recorrência depende dos fatores de hereditariedade do paciente e do modo de vida. O risco aumenta se o paciente não tomar várias precauções de saúde, como exercitar-se regularmente, abster-se de fumar e monitorar seu peso “.

fontes com adaptações: https://varicoseveins.org/

https://en.wikipedia.org/wiki/Endovenous_laser_treatment

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25858333

 

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Câncer de mama triplo negativo: um novo tratamento está ao alcance?

Atualmente, os pesquisadores estão investigando uma nova avenida potencial para o tratamento de câncer de mama triplo negativo, que é um subtipo de câncer de mama particularmente agressivo.

O câncer de mama triplo negativo é um tipo de câncer de mama em que os tumores não expressam receptor de estrogênio , receptor de progesterona ou os genes que promovem a produção de uma proteína chamada HER2, que desempenha um papel no crescimento de algumas células cancerosas.

Estes receptores normalmente promovem o crescimento de tumores cancerosos e a maioria dos tipos de câncer de mama são positivos para um ou mais destes.

Em contraste, o câncer de mama triplo negativo, como o nome sugere, prova negativa para esses receptores. Este tipo de câncer é especialmente agressivo e não responde às terapias usuais de câncer de mama.

Pesquisas sugerem que o câncer de mama triplo-negativo afeta principalmente mulheres hispanas e afro-americanas e representa 10 a 20 por cento dos diagnósticos invasivos de câncer de mama.

Um novo estudo da Universidade de Freiburg, na Alemanha, está testando potenciais novos caminhos para o tratamento desse tipo de câncer.

O Dr. Jochen Maurer, do Center for Translational Cell Research, e o Dr. Roland Schüle, do Centro de Pesquisa Clínica – ambos baseados na Universidade de Freiburg – lideraram a pesquisa inovadora em torno de células tumorais semelhantes a câncer, que promovem o crescimento e a resiliência do tumor .

Suas equipes desenvolveram um novo inibidor para o regulador epigenético KDM4 , que é uma enzima que regula a expressão gênica e está implicada no desenvolvimento de câncer de mama triplo negativo.

Eles esperam que este seja o primeiro passo para elaborar um tratamento melhor e mais direcionado para este tipo agressivo de câncer. As descobertas do estudo foram relatadas na revista Cancer Research .

Resultados promissores de um novo inibidor

Muitas pesquisas foram conduzidas em um esforço para entender o que os cientistas denominam ” células cancerígenas semelhantes ao câncer ” , que são células que são muito semelhantes às células estaminais normais no corpo que ainda promovem a atividade cancerígena.

As células cancerosas do tipo câncer são muito adaptáveis ​​e, muitas vezes, são capazes de resistir às terapias de câncer mais invasivas, levando assim à formação de novos tumores e metástases.

Os pesquisadores agora conseguiram isolar células tumorais semelhantes a câncer de tumores de câncer de mama humano. Isso permitiu que eles examinassem mais de perto os mecanismos dessas células e como promovessem o crescimento cancerígeno.

O Dr. Maurer e seus colegas conseguiram desenvolver um modelo in vitro de células cancerígenas semelhantes a câncer que correspondiam fielmente às extraídas dos tumores de câncer de mama triplo negativo.

Os times dos Drs. Maurer e Schüle então colaboraram no teste da eficácia de vários inibidores epigenéticos usando seu novo modelo de células estaminais de câncer.

Drs. Maurer e Schüle descobriram que um inibidor recentemente desenvolvido da enzima KDM4 apresentou efeitos promissores em sua ação em células cancerígenas semelhantes a câncer.

Os pesquisadores conseguiram impedir a proliferação de várias populações de células tipo haste e, ao usar o inibidor da KDM4, também conseguiram determinar as células para modificar seu estado de “caule”, tornando-as menos propensas a promover o câncer.

Além disso, os cientistas testaram o inibidor em camundongos em que os tumores de câncer de mama humano tinham sido cultivados. Esses experimentos também renderam resultados promissores, já que os pesquisadores conseguiram reduzir o crescimento dos tumores nos animais.

Se a pesquisa adicional dos cientistas continuar a trazer resultados bem-sucedidos, isso será bom para o futuro do tratamento de câncer de mama triplo negativo, que atualmente tem resultados pobres a longo prazo.

FONTE: (com adaptações): https://www.medicalnewstoday.com

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